"Sorriu compreensivamente - muito mais do que compreensivamente. Era um desses sorrisos raros que tem em si algo de segurança eterna, um desses sorrisos que a gente talvez depare quatro ou cinco vezes na vida. Um sorriso que, por um momento, encarava - ou parecia encarar - todo o mundo eterno, e que depois se concentrava na gente com irresistível expressão de parcialidade a nosso favor. Um sorriso que compreendia a gente até o ponto em que a gente queria ser compreendido, que acreditava na gente como a gente gostaria de acreditar, assegurando-nos que tinha da gente exatamente a impressão que a gente, na melhor das hipóteses, esperava causar."
Trecho de "O Grande Gatsby" de Scott Fitzgerald
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
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