domingo, 24 de julho de 2011


Então fiquei triste porque me dei conta de que, quando as pessoas se partem de algumas maneiras, elas não podem nunca ser consertadas, e isso é algo que nunca nos dizem quando somos jovens e nunca deixa de nos surpreender quando ficamos mais velhos, quando vemos as pessoas na nossa vida se partirem uma a uma. A gente se pergunta quando será a nossa vez, ou se ela já aconteceu.

Do conto “No deserto”. In: Primeiro, o amor depois, o desencanto (e o resto de nossas vidas)


“What I really like to do best is whatever I’m not doing at the moment.”
                                                                       Woody Allen 


                                                                                     Retirado daqui.

sexta-feira, 22 de julho de 2011



"Wendy: I know you're not always perfect. I know you have tons of problems, defects, imperfections... but who doesn't? It's just that I prefer your problems. I'm in love with your imperfections. Your imperfections are just great!
[... ]
Wendy: I know most girls they get weak on their knees for what's beautiful, you know, that's all they see, that's all they want. But I'm not like that. I don't just see what's beautiful. I fall for the other stuff. I love what's not perfect. It's just how I am. "



"Procure entrar em si mesmo. Investigue o motivo que o manda escrever; examine se estende suas raízes pelos recantos mais profundos de sua alma; confesse a si mesmo: morreria, se lhe fosse vedado escrever? Isto acima de tudo: pergunte a si mesmo na hora mais tranqüila de sua noite:"Sou mesmo forçado a escrever?" Escave dentro de si uma resposta profunda. Se for afirmativa, se puder contestar àquela pergunta severa por um forte e simples "sou", então construa a sua vida de acordo com esta necessidade. Sua vida, até em sua hora mais indiferente e anódina, deverá tornar-se o sinal e o testemunho de tal pressão. Aproxime-se então da natureza. Depois procure, como se fosse o primeiro homem, a dizer o que vê, vive, ama e perde. (...)

terça-feira, 12 de julho de 2011


"If you want crappy things to stop happening to you, you have to stop accepting crap and demand something more. (...)

 
Being aware of your crap and actually overcoming your crap are two very different things."

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Quando se curte raiva de alguém, é a mesma coisa que se autorizar que essa própria pessoa passe durante o tempo governando a idéia e o sentir da gente.

segunda-feira, 4 de julho de 2011


Amor existe mesmo? Ou só existe o permanecer de braços abertos (…) pronto(a) a receber alguém que nem sequer chega a tomar forma? E quando alguém, no plano real, toma forma, a gente imediatamente projeta toda aquela emoção presa na garganta do sonho. E fatalmente se fode, porque está tentando adequar/ajustar um arquétipo, uma imagem de toda a nossa infinita carência, nossa assustadora sede, a uma realidadezinha infinitamente inferior.

Caio F. (Cartas)