“Gosto de uma linguagem simples e pura, a escrita como a falada, e suculenta, e nervosa, breve e concisa, não delicada e louçã, mas veemente e brusca. Uma linguagem não pedante, fradesca ou de advogado, mas de preferência soldadesca como Suetônio qualifica a de Júlio César, embora eu não perceba bem por que”.
Montaigne
p.s.: um dia quem sabe, serei concisa.
sábado, 8 de outubro de 2011
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